Venho através deste post ratificar um mal-entendido, que na verdade não foi tão mal-entendido assim. Meu post anterior teve um efeito assim, digamos, inesperado, em uma certa pessoa e agora venho, através desse poema, criado especialmente pra essa pessoa, tentar a boa e velha política da boa vizinhança ou melhor dizendo, do mea culpa, mea máxima culpa.
Rosa, esse é pra ti e espero que eu tenha conseguido aplacar teus sentimentos com esse poema, o qual espero que divida entre outras rosas e entre outros lobos. A todos os outros leitores, espero que seja, ao menos, uma experiencia gratificante.
Entre Lobos e Rosas
Entre lobos, há lobos
Dentes, ganidos, rosnados
No escuro, seus olhos são globos,
Que deixam a muitos amedrontados.
Entre rosas, há rosas
Pétalas, perfumes e cores
Ao vento, exalam aromas
Símbolos de carinho e amores.
Entre lobos, há vida
Carinho, amizade, parceria
Existe a recompensa dividida
Momentos de dor e alegria.
Entre rosas, espinhos
Farpas, feridas, dor
Sempre haverá duplicidade
E nem sempre serão o amor
Mas entre lobos e rosas
O que pode de comum haver?
Os dois são coisas formosas
Com as quais devemos aprender.
Entre lobos e rosas
Há muitas rosas e lobos:
Há muito dos lobos, nas rosas
E muito das rosas nos lobos.
Pra terminar essa rima primorosa
Fazê-la, pra mim foi fogo
Digo que ela é a rosa
E eu, claro, sou lobo.
Uau, tava inspirado hein. sortuda essa rosa ;)
ResponderExcluiradorei a ultima estrofe (ri mto rsrsrs) - suou pra fazer a rima hein ^^
tem talento!
beijos
Como sempre maravilhoso! rsrs É caro lobo, acho que agora conseguiste a remissão de seus pecados em toda matilha, e a desculpa de todo um roseiral! rsrsrs É moço, suou foi? Agora imagine eu se tentar fazer algo assim! rsrsrsrsrs Aliás, nem pense!
ResponderExcluirÉ, realmente tive um certo trabalho pra conseguir fazer o fecho de ouro da poesia, diria até que nao foi um fecho de ouro, mas sim de prata, ou qualquer outro metal equivalente.
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