Bom, não sei o real motivo, ou o porquê de ter feito essa poesia, não tive nenhuma inspiração para criá-la, só sei que a primeira palavra surgiu e, com ela, todo o restante do poema veio a tiracolo. Espero que eu tenha sido guiado nesse momento de criação, mas só agora, depois de colocar nesse post a poesia pronta, pude reparar no que eu quis dizer quando a escrevi, no sentido oculto de cada frase, nas entrelinhas sutis e quase imperceptíveis do que foi escrito; agora percebo que, tocado por um fio do Divino que habita em mim, ou melhor, em cada um de nós, percebi a situação da humanidade, e a direção do abismo ao qual nos encaminhamos, sem ao menos perceber o fim proximo, de taoabsortos que estamos em olhar nossos umbigos.
Este poema é um grito solitário, semi - desesperado, é um pedido de que todos voltem novamnete a sua alma, por um instante que seja, na direção do Céu, para que com isso limpem a sua visão do embaçamento do orgulho, e que renovem os seus laços de Fé!
Verbo, Ontem e Hoje
Antes do tempo, o Verbo
Era somente o que existia
Depois, criou-se tudo
E o Verbo, pra onde iria?
No principio, o Verbo
Era o fim e o começo
Logo, fez-se a vida
E dela o Verbo teve apreço
O Verbo, na criação
Era a fonte do poder
Surge o homem, de antemão
E faz o Verbo sofrer
Hoje o Verbo, tão esquecido
Ainda se lembra do passado
E pensa, sempre entretido
No que foi que fez de errado.

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